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Câmara deve votar projetos do fim da escala 6x1 e da criminalização da misoginia nesta semana

Presidente da Câmara anunciou reunião de líderes para terça-feira

Hugo Motta e Leo Prates (Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados)
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247 - O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira (15) que convocou uma reunião de líderes para discutir o projeto de lei (PL) do governo federal que regulamenta o fim da escala de trabalho 6x1. 

A proposta integra a pauta de votações da Casa nesta terça-feira (16) e estabelece uma jornada com dois dias de descanso por semana, sem redução salarial e com limite de 40 horas semanais de trabalho.

Motta também informou que a Câmara deverá votar ainda nesta semana o projeto de lei que criminaliza a misoginia, já aprovado pelo Senado. Durante a reunião de líderes marcada para terça-feira, a deputada Tabata Amaral (PSB-SP), coordenadora do grupo de trabalho responsável por analisar a proposta, apresentará os resultados das discussões realizadas pelo colegiado.

O texto aprovado pelos senadores equipara a misoginia ao crime de racismo. Com isso, a prática passaria a ser considerada crime inafiançável e imprescritível, sujeitando os condenados a penas mais severas.

"Convoquei Reunião de Líderes para amanhã (16), às 14h. Na ocasião, o deputado Leo Prates vai esclarecer pontos do seu parecer sobre o PL que acaba com a escala 6x1, apesar de já termos aprovado a PEC sobre a redução da jornada de trabalho. Com a apreciação da matéria, destravamos a pauta da Casa. Já a deputada Tabata Amaral apresentará os resultados do GT da Misoginia. Devemos votar os dois projetos em plenário ainda nesta semana", escreveu Motta, no X. 

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