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'Democracia, paz e economia' são trunfos de Lula contra Flávio Bolsonaro, diz Jaques Wagner

Líder do governo no Senado apresenta estratégia baseada em três eixos para enfrentar crescimento do adversário nas pesquisas eleitorais

Jaques Wagner e Lula (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

247 - O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT), afirmou que a estratégia política para conter o avanço de Flávio Bolsonaro (PL) nas pesquisas eleitorais será baseada em três pilares centrais: democracia, paz e economia. A avaliação ocorre em meio ao crescimento do senador nas sondagens que envolvem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), informa Paulo Cappelli, do Metrópoles.

Wagner explicou que a linha de atuação será sustentada “no discurso em defesa da democracia, na promoção da paz e na comparação entre indicadores dos governos de Jair Bolsonaro e Lula”. A diretriz deve orientar parlamentares aliados ao governo durante a pré-campanha e a campanha eleitoral.

Defesa da democracia como eixo central

Ao abordar o primeiro pilar, o senador citou os episódios de 8 de janeiro de 2023, quando ocorreram ataques às instituições em Brasília. Wagner destacou as condenações e prisões de aliados de Jair Bolsonaro e afirmou que o país "correu sério risco” naquele momento.

Paz e estabilidade no discurso político

No segundo eixo, o parlamentar associou a atuação política à promoção da paz, criticando o que considera estímulo a conflitos por parte de setores da direita. Segundo Wagner, esse cenário impacta diretamente a estabilidade institucional e a prosperidade econômica em escala global.

Comparação de indicadores entre governos

O terceiro ponto da estratégia envolve a comparação de resultados entre os governos. Wagner afirmou que, em relação à gestão de Jair Bolsonaro, o governo Lula apresenta “crescimento econômico, pleno emprego, retomada de programas sociais, alta do IDH, redução da desigualdade e do desmatamento na Amazônia”.

Os três eixos devem guiar a atuação de aliados de Lula no Congresso Nacional, com o objetivo de consolidar a narrativa governista e enfrentar o avanço de Flávio Bolsonaro no cenário eleitoral.

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