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Guimarães vê solidez no governo e defende soberania brasileira

O ministro citou alguns indicadores econômicos e sociais para defender o projeto do presidente Lula

José Guimarães (Foto: Gil Ferreira/SRI)
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247 - O ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães, afirmou que os indicadores econômicos e sociais mostram solidez no projeto do governo Lula, ao citar desemprego de 5,8%, renda média de R$ 3.560, crescimento de 1,0% no consumo das famílias e alta de 1,1% do PIB no primeiro trimestre. O titular da SRI defendeu a reação do governo brasileiro à intenção dos Estados Unidos de aplicar tarifa de 25% sobre parte dos produtos nacionais por causa de condenações em inquéritos sobre ações golpistas.

"Em abril, tivemos recorde na queda da taxa de desemprego (5,8%) e de crescimento da renda média (R$ 3.560,00), segundo dados da PNAD. O consumo das famílias cresceu 1,0% em relação aos 4 trimestres de 2025. Com a inflação controlada. Acompanhou o crescimento do PIB (1,1%) no 1° trimestre deste ano", escreveu.

Na mesma publicação, o titular da SRI afirmou que o conjunto dos números reforça a consistência da política econômica e social do governo. "Não só esses, mas todos os demais indicadores econômicos e sociais são positivos. Isso demonstra a solidez do projeto do nosso governo", acrescentou.

Guimarães também vinculou a defesa dos resultados internos à proteção da soberania brasileira. O ministro criticou setores que, segundo ele, atacam interesses nacionais em um momento de pressão externa dos Estados Unidos contra o Brasil.

A ofensiva estadunidense inclui críticas ao Pix e a alegação, sem provas, de que o governo brasileiro adota práticas desleais no comércio. Washington anunciou a intenção de impor um tarifaço de 25% sobre parte dos produtos brasileiros no contexto das condenações ligadas a ações golpistas.

"Enquanto alguns dedicam seu tempo a atacar os interesses nacionais e a colocar projetos pessoais acima do país, o governo do presidente @LulaOficial segue trabalhando para fortalecer a soberania brasileira, defender conquistas estratégicas como o Pix, ampliar direitos, reduzir o endividamento das famílias, investir em educação, fortalecer o SUS e melhorar a vida de quem mais precisa", continuou Guimarães.

O ministro afirmou ainda que as ações do governo buscam produzir efeitos diretos na vida da população e ampliar o alcance do crescimento econômico.

"São ações concretas que fazem a diferença no dia a dia da população e demonstram o compromisso de reconstruir o Brasil com desenvolvimento, inclusão e oportunidades para todos. Seguimos trabalhando para que o crescimento chegue a cada município, a cada família e a cada brasileiro."

Dados do IBGE reforçam alta da renda

As estatísticas divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 8 de maio indicaram que o rendimento médio mensal real de todas as fontes chegou a R$ 3.367 em 2025. O valor representa o maior patamar da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, a PNAD Contínua, iniciada em 2012.

O resultado significou crescimento de 5,4% em relação a 2024 e marcou o quarto ano consecutivo de expansão da renda no país.

A taxa de desemprego ficou em 5,8% no trimestre encerrado em abril de 2026. O índice teve alta de 0,4 ponto percentual na comparação com o período entre novembro de 2025 e janeiro de 2026. Em relação ao trimestre móvel de fevereiro a abril de 2025, quando a taxa chegou a 6,6%, houve queda de 0,8 ponto percentual.

O patamar de 5,8% corresponde a 6,3 milhões de pessoas que buscaram trabalho no trimestre e não conseguiram vaga. Esse contingente representa 471 mil pessoas a mais do que no trimestre terminado em março.

Os dados fazem parte da PNAD Contínua Mensal de abril de 2026, divulgada pelo IBGE. Guimarães usou os números para defender o programa do governo Lula e afirmar que a política econômica combina crescimento, inclusão social e defesa de instrumentos estratégicos, como o Pix.


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