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PF prende Filipe Martins após ordem de Alexandre de Moraes

Ex-assessor estava em prisão domiciliar e teve preventiva decretada após suposta violação de medidas cautelares

PF prende Filipe Martins após ordem de Alexandre de Moraes (Foto: Filipe Martins/ Reprodução X )

247 - O ex-assessor presidencial Filipe Martins foi preso na manhã desta sexta-feira (2) em sua residência, em Ponta Grossa, no Paraná. A ação foi executada por agentes da Polícia Federal, que cumpriram mandado de prisão preventiva expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Após a detenção, Martins foi conduzido a um presídio da própria cidade. Segundo a coluna Painel, da Folha de São Paulo, três agentes da Polícia Federal participaram da operação que resultou na prisão do ex-assessor, que estava em regime de prisão domiciliar desde o último sábado (27).

Mandado de prisão foi cumprido no Paraná

De acordo com o relato, os policiais federais chegaram à residência de Filipe Martins pela manhã para dar cumprimento à decisão judicial. Após a abordagem, ele foi levado diretamente ao sistema prisional local. Ainda segundo a apuração, nem o ex-assessor nem seus advogados receberam explicações detalhadas sobre o motivo da prisão no momento da ação.

Decisão do STF e descumprimento de cautelar

A prisão preventiva foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes após a constatação de uma suposta violação das medidas cautelares impostas anteriormente. Entre as restrições definidas pelo STF estava a proibição de acesso a redes sociais. Conforme apontado na decisão, Filipe Martins teria realizado uma pesquisa na plataforma LinkedIn, o que foi interpretado como descumprimento da ordem judicial.

Condenação e recursos ainda em andamento

Filipe Martins foi condenado por participação na trama golpista, sob a acusação de ter colaborado com a elaboração da chamada minuta do golpe. Ele nega envolvimento no episódio. Apesar da condenação, o ex-assessor ainda não cumpre pena definitiva, uma vez que os recursos apresentados contra a sentença não foram totalmente analisados pelo Judiciário.

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