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Brasil

Tomás Paiva defende ex-comandante do CMP por evitar 'derramamento de sangue' no 8 de Janeiro

Comandante do Exército reagiu ao que chamou de "ofensas" ao general Gustavo Henrique Dutra

Tomás Paiva e José Múcio (Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados)
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247 - O general Tomás Paiva, comandante do Exército, afirmou que o ex-comandante do Comando Militar do Planalto (CMP), general Gustavo Henrique Dutra, conseguiu evitar um possível 'derramamento de sangue' durante os ataques de bolsonaristas às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023.

“Aqui, agora, foi ofendido um subordinado meu, o general Dutra. Parece que o general Dutra não tinha comandantes, que ele não cumpria ordens, que ele é o responsável. O general Dutra é um grande oficial. Agora, eu defendo ele porque ele é um grande oficial e cumpriu a ordem. Ele evitou que fosse derramado sangue naquele dia, naquela noite, isso que aconteceu”, afirmou Tómas Paiva na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (17). 

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Em abril daquele ano, Dutra foi destituído de seu cargo de comandante militar do Planalto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão veio à tona em meio a acusações de que o militar teria sido negligente no enfrentamento das invasões. 

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