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Cerca de 10% da frota global de navios porta-contêineres está presa no Estreito de Ormuz, afirma diretor-executivo do setor

Seguradoras suspendem viagens na rota e empresas interrompem novas cargas ao Oriente Médio

Embarcações no Estreito de Ormuz em meio ao conflito entre Estados Unidos e Israel com o Irã, vistas a partir de Musandam, Omã, em 2 de março de 2026 (Foto: REUTERS/Amr Alfiky)

Reuters – Navios porta-contêineres representam aproximadamente 100 das 750 embarcações retidas nas proximidades do Estreito de Ormuz após os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, afirmou nesta segunda-feira (2) Jeremy Nixon, diretor-executivo da transportadora Ocean Network Express (ONE).

"Cerca de 10% da frota global de navios porta-contêineres está envolvida nisso", declarou Nixon durante uma conferência do setor de transporte marítimo de contêineres realizada em Long Beach, na Califórnia.

Seguradoras marítimas interromperam viagens pelo estreito entre o Irã e Omã, por onde passa cerca de um quinto do petróleo consumido no mundo, além de grandes volumes de gás, após a retaliação iraniana aos ataques dos Estados Unidos e de Israel. O comandante da Guarda Revolucionária do país afirmou à televisão estatal iraniana, na segunda-feira (2), que qualquer embarcação que tentasse atravessar a passagem seria atacada.

"Todo esse volume de carga começará a se acumular" em centros logísticos e portos estratégicos da Europa e da Ásia, disse Nixon.

A ONE e concorrentes do setor, como a líder mundial MSC, suspenderam a aceitação de novas cargas com destino ao Oriente Médio, acrescentou o executivo, que deixará o cargo de CEO da ONE em 1º de julho.

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