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Líder supremo do Irã diz que Golfo Pérsico terá “futuro brilhante” sem os EUA

Mojtaba Khamenei afirmou que a presença estadunidense é um fator de instabilidade e insegurança na região

Mulher segura imagem do novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, e do líder anterior, o aiatolá Ali Khamenei, durante cerimônia fúnebre para comandantes militares iranianos 11 de março de 2026 Majid Asgaripour/WANA via REUTERS (Foto: Majid Asgaripour)

247 - O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, afirmou nesta quinta-feira (30) que a região do Golfo Pérsico terá um “futuro brilhante” sem a presença dos Estados Unidos. A declaração foi feita em meio às tensões envolvendo o Estreito de Ormuz. As informações são da RT Brasil.

“Com o poder e a força de Deus, o futuro brilhante da região do Golfo Pérsico será um futuro sem os Estados Unidos e a serviço do progresso, do bem-estar e da prosperidade de suas nações”, declarou.

Críticas à presença estadunidense

Segundo Khamenei, a atuação dos Estados Unidos na região é um fator de instabilidade. “A presença de estrangeiros americanos e seu estabelecimento nas terras do Golfo Pérsico é o principal fator de insegurança na região”, afirmou.

Ele também questionou a capacidade das bases militares estadunidenses na região. “As supostas bases dos EUA não têm nem o poder nem a capacidade de garantir sequer sua própria segurança, muito menos de oferecer alguma esperança de segurança aos aliados e simpatizantes dos EUA na região”, disse.

Estreito de Ormuz

O líder iraniano mencionou ainda a situação no Estreito de Ormuz e indicou que o controle exercido pelo Irã pode impactar a segurança regional. “garantirá a segurança da região do Golfo Pérsico e eliminará os abusos do inimigo hostil sobre essa rota marítima”, afirmou.

Ele acrescentou que mudanças na gestão do estreito podem trazer efeitos econômicos. “As normas legais e a implementação da nova gestão do estreito de Ormuz trarão bem-estar e progresso em benefício de todas as nações da região, e seus benefícios econômicos alegrarão os corações da nação”, concluiu.

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