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Luiz Marinho defende troca de Jaques Wagner na liderança do governo no Senado

Declaração ocorre após operação da PF ligada ao caso Master, que teve senador como alvo

Luiz Marinho (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
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247 - O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou nesta quarta-feira (24) que substituiria o senador Jaques Wagner (PT-BA) da liderança do governo no Senado se estivesse no lugar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi dada uma semana após a operação da Polícia Federal relacionada ao caso Master, que teve o parlamentar entre os alvos das investigações. As informações são do G1.

Jaques Wagner nega ter cometido qualquer irregularidade e tem afirmado que sua permanência na liderança governista depende exclusivamente de uma decisão do presidente Lula.

Debate sobre a liderança do governo

Ao comentar o cenário político, Marinho afirmou que a avaliação cabe ao presidente da República, mas deixou claro qual seria sua posição diante do atual contexto.

"É uma avaliação que o presidente Lula vai fazer, mas eu optaria em substituí-lo. Mas aí o presidente Lula conversa com ele. Registrando que é uma liderança que eu pessoalmente prezo com maior respeito”, afirmou 

“E trago aqui o depoimento do Fernando Haddad, que testemunha, em relação à uma das questões específicas colocadas, que não corresponde à verdade que o Jaques Wagner atuou em favor do Master", declarou o ministro a jornalistas. Segundo Marinho, o depoimento de Haddad contradiz uma das alegações que vêm sendo feitas contra o senador no contexto das investigações.

Lula ainda não se pronunciou

A declaração do ministro amplia as discussões sobre o futuro da liderança do governo no Senado, cargo considerado estratégico para a articulação política do Palácio do Planalto junto aos parlamentares.

Até o momento, o presidente Lula não se manifestou publicamente sobre uma eventual substituição de Jaques Wagner. O senador, por sua vez, continua negando irregularidades e reafirma que qualquer decisão sobre sua permanência caberá ao chefe do Executivo.

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