HOME > Sudeste

Secretário de Nunes assumirá assessoria de imprensa da campanha de Flávio Bolsonaro

Fabio Portela deixará Prefeitura de São Paulo para atuar na pré-campanha presidencial do senador bolsonarista

Flávio Bolsonaro (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)
Selo Fonte Preferida no Google do Brasil 247

247 - O secretário de Comunicação da Prefeitura de São Paulo, Fabio Portela, deixará o cargo para assumir a chefia da assessoria de imprensa da campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo a CNN Brasil, na administração municipal de Ricardo Nunes (MDB), o posto será ocupado por Flávio Freire.

A mudança ocorre em meio à intensificação dos movimentos políticos ligados à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, em um cenário marcado pelos efeitos do caso Dark Horse sobre a imagem do senador. O parlamentar vem ampliando articulações políticas e reorganizando áreas estratégicas de comunicação e imagem.

Impacto do escândalo com Vorcaro

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (28) pelo instituto Meio/Ideia apontou desgaste na imagem do parlamentar após a repercussão do chamado caso Dark Horse. O levantamento mostrou que 57% dos entrevistados avaliam que o episódio pode prejudicar eleitoralmente o senador.

De acordo com os dados, 33% disseram que o caso "vai prejudicar muito" Flávio Bolsonaro, enquanto 24% afirmaram que "vai prejudicar um pouco". Outros 24% consideram que o episódio não terá impacto sobre uma eventual candidatura presidencial em 2026.

O levantamento também apontou mudança negativa na percepção pública sobre o senador. Para 44% dos entrevistados, a imagem de Flávio Bolsonaro piorou após a divulgação das mensagens relacionadas ao caso. Já 14,46% disseram ter passado a ter opinião melhor sobre o parlamentar, enquanto 30,8% afirmaram que o episódio não alterou sua visão.

A pesquisa ainda indicou apoio à apuração do caso por órgãos de investigação. Segundo o instituto, 48% concordam que o episódio deve ser investigado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público. Outros 20% discordam da necessidade de investigação, enquanto 20% afirmaram não concordar nem discordar. Os que não souberam responder somaram 12%.

O instituto Meio/Ideia ouviu 1.500 pessoas com 16 anos ou mais em diferentes regiões do Brasil.

Artigos Relacionados