
A crise como método: o mundo entra em 2026 sem rumo nem consenso
A crise permanente se consolida como método de governo, expõe a exaustão do modelo global e revela a ausência de lideranças capazes de oferecer direção coletiva
Enquanto a festa acaba, um país invisível mantém hospitais, presídios, aeroportos e serviços vitais funcionando, sem discurso, sem holofotes e sem descanso
Uma crítica à aversão das elites brasileiras às massas e ao papel transformador das multidões na história, na política e na cultura
A partir das palavras de Xi Jinping, podemos dizer, sem nenhuma dúvida, que a China é o país mais responsável do mundo
Dos três mais importantes países do continente, dois vão bem, com políticas antineoliberais: Brasil e México
A esquerda política deve desfazer-se dos vínculos com a cultura burguesa
“A velha direita abandona o que sobrou de escrúpulos e adere à tática do novo fascismo para cercar parentes dos inimigos”, escreve Moisés Mendes
'Se 2025 foi o ano em que resistimos sem garantias, 2026 pode - e deve - ser o ano em que ousamos mais. O futuro não está dado', escreve a colunista Sara York
Com geração de empregos, valorização do salário mínimo e alívio tributário, políticas públicas recolocam o trabalho no centro da economia brasileira
Resultados positivos convivem com resistência política, limites estruturais e uma disputa eleitoral marcada por forte polarização rumo a 2026
Os “seis telefonemas” só poderiam ter sido imaginados por um roteirista bêbado
Memória afetiva, crítica política e ironia se entrelaçam a partir de um objeto cotidiano que atravessa gerações e expõe contradições do Brasil contemporâneo
Mais que previsões, os sinais já visíveis de um mundo que chega a 2026 menos ingênuo, mais tenso e perigosamente adaptado ao improviso político global