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‘Não podemos naturalizar o ódio e a intolerância da extrema-direita’, diz Gleisi ao prestar solidariedade a Flávio Dino

Pré-candidata aponta radicalização política após episódio com Flávio Dino

Flávio Dino e Gleisi Hoffmann (Foto: Luiz Silveira/STF I Gil Ferreira/SRI)
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247 - Pré-candidata ao Senado, Gleisi Hoffmann (PT-PR) manifestou solidariedade ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino após o ataque que o magistrado sofreu de uma funcionária de uma empresa aérea. 

Em postagem na rede social X, a petista vinculou o episódio ao avanço da intolerância política no país e afirmou que ataques desse tipo expressam um padrão de agressividade política que, na avaliação dela, contamina o debate democrático e incentiva a hostilidade contra autoridades públicas. 

“O ministro @FlavioDino tem nossa solidariedade pelo ataque que sofreu de uma funcionária de empresa aérea. Não podemos naturalizar o ódio e a intolerância que a extrema-direita vem disseminando desde a campanha de Bolsonaro em 2018. A linguagem e os métodos dessa gente envenenam a democracia. Por isso mesmo não pode haver indulgência para os golpistas condenados. O Brasil não quer impunidade nem campanhas de ódio”, escreveu Gleisi. 

Ao citar a extrema-direita, Gleisi enquadrou o caso como parte de um cenário mais amplo de radicalização política. A ministra sustentou que a democracia brasileira enfrenta riscos quando grupos políticos transformam divergência em hostilidade e tratam adversários como inimigos. 

A postagem também reforçou a posição de Gleisi contra qualquer forma de complacência com os condenados por atos golpistas. Ao mencionar que “não pode haver indulgência”, a petista defendeu que as instituições mantenham resposta firme diante de ações que atacam a ordem democrática. 

O pronunciamento de Gleisi se soma a manifestações públicas de solidariedade a Flávio Dino e amplia a dimensão política do episódio. A ministra usou o caso para criticar o discurso de ódio, defender a responsabilização de golpistas e afirmar que o país rejeita campanhas de intolerância.

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