
Vidas trans e a meia-noite que se aproxima
Debate no Rio reúne Raewyn Connell e Rita von Hunty para discutir vidas trans, justiça social e os limites de uma sociedade em crise

Sara Wagner York é jornalista, psicanalista, PhD em Educação, pós-doutora em Semiótica, licenciada em Letras – Inglês, Pedagogia e Letras Vernáculas. Especialista em Educação, Gênero e Sexualidade, é autora do primeiro trabalho sobre cotas para pessoas trans no Brasil, desenvolvido no mestrado em 2020. Tem um filho, é avó e foi a primeira travesti a ancorar no jornalismo brasileiro, pela Brasil 247, tornando-se referência nacional nas discussões sobre mídia, educação e direitos humanos. É imortal da Academia de Letras e Artes do Estado do Rio de Janeiro.
238 artigos
"Recentemente, Slavoj Žižek, que sempre me faz pensar alguma coisa relevante, voltou a expressar sua inquietação diante da inteligência artificial"
Dossiê Redesignadas (INAMUR/UFSC, 2026) é o primeiro mapeamento nacional sobre as repercussões da cirurgia de redesignação genital em mulheres trans brasileiras
Discurso de Erika Hilton marca a 30ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, a maior manifestação LGBTQIAPN+ do mundo
Economia feminista aparece como ruptura teórica e política diante de um sistema que naturaliza desigualdades de gênero, raça e classe, analisa Sara York
"Penso que o debate merece mais cuidado do que a simples oposição entre rigor e permissividade"
O futuro da política pertence àqueles que conseguem transformar o ruído das existências marginalizadas em linguagem política legítima
"Mais do que debates administrativos, as falas da abertura revelaram uma disputa sobre o próprio significado da escola pública no Brasil contemporâneo"
"Quando as pessoas apresentam soluções práticas fáceis, eu sempre sigo o dinheiro"
Brasil chega ao quinto ano de prisões LGBTI+ exclusivas sob debate sobre proteção, direitos e os limites da política carcerária pioneira
Queda da natalidade expõe como desigualdade, insegurança econômica e crise do cuidado dificultam o projeto de ter filhos
A partir de Ciro Gomes, Contarato e Lula, artigo analisa como o eleitorado distingue símbolos políticos de entregas concretas