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CPI do Banco Master vai pra fila, diz Hugo Motta

Presidente da Câmara afirma que há ao menos 15 CPIs protocoladas antes do pedido sobre o caso Master

Hugo Motta (Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados)

247 - O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta terça-feira (3) que o pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possíveis fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master não será analisado de forma imediata. As informações são do G1.

Segundo ele, o requerimento passará a integrar a fila regular de solicitações para abertura de CPIs na Casa. De acordo com Motta, a Câmara é obrigada a respeitar a ordem cronológica dos pedidos já protocolados, além de seguir as regras regimentais que limitam o número de comissões de inquérito em funcionamento simultaneamente. 

Pedido de CPI do Master entra na fila regimental 

 “Nós temos aqui uma fila de CPIs. Essas CPIs são tratadas na ordem cronológica. No ano passado, nós tivemos em torno de 13, 16 CPIs protocoladas. Nós acabamos não instalando nenhuma e agora nós vamos fazer o debate sobre essas CPIs”, afirmou Motta..

Motta destaca limites para funcionamento de CPIs

Hugo Motta ressaltou ainda que o Regimento Interno da Câmara estabelece limites claros para a instalação dessas comissões. “A Câmara tem que obedecer essa ordem cronológica, tem que obedecer regimentalmente o funcionamento de cinco CPIs ao mesmo tempo, se for decisão da presidência instalar, e nós vamos no momento certo estar tratando dessa pauta de CPI”,ressaltou.

Câmara não instalou CPIs protocoladas no ano anterior

Segundo o presidente da Casa, nenhum dos requerimentos apresentados no ano passado foi efetivamente transformado em CPI até o momento. Dessa forma, o pedido relacionado ao Banco Master dependerá do andamento dos processos anteriores e de uma eventual decisão da presidência da Câmara, dentro dos critérios regimentais, para avançar.

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