
Ruínas
Quem pode salvar São Paulo do “arrasa-quarteirão” imposto pela ganância das construtoras?

Luis Cosme Pinto é carioca de Vila Isabel e vive em São Paulo. Tem 63 anos de idade e 37 de jornalismo. As crônicas que assina nascem em botecos e esquinas onde perambula em busca de histórias do dia a dia.
142 artigos
“Eles gostam de tudo que é velho, menos dos velhos”, protesta um veterano tagarela
Perguntaram a Rubem Braga o que era crônica e ele respondeu: “Se não é aguda, é crônica”
Nem tudo que a gente quer a gente tem, é da vida. Até que, de repente, descobrimos que o que já temos era o que desejávamos. Só faltava prestar atenção
“Eu sou um menino que precisa de dinheiro, mas para ganhar de sol a sol eu tenho que ser bananeiro.” O Vendedor de Bananas, 1973.
Reencontro meu ídolo em um bar e, com a ansiedade dos fãs, quero perguntar tudo
No esplendor do Cerrado, a história de uma amizade até debaixo d’água
A cidade mais rica do Brasil não consegue cuidar do próprio chão
O celular podia ser apenas distração, parceiro para horas vagas, mas virou vício
Se o presente presenteasse, se o destino destinasse, a gente bateria copos, jogaria sinuca e esperaria a noite chegar.
Por isso eu vou na casa dela aí/ Falar do meu amor pra ela, vai/ Tá me esperando na janela aí, aí/ Não sei se vou me segurar (Gilberto Gil)
“...O Sol nas bancas de revista me enche de alegria e preguiça. Quem lê tanta notícia...”; Trecho de “Alegria, Alegria”, de Caetano Veloso