
Gambiarra
A cidade mais rica do Brasil não consegue cuidar do próprio chão

Luis Cosme Pinto é carioca de Vila Isabel e vive em São Paulo. Tem 63 anos de idade e 37 de jornalismo. As crônicas que assina nascem em botecos e esquinas onde perambula em busca de histórias do dia a dia.
135 artigos
O celular podia ser apenas distração, parceiro para horas vagas, mas virou vício
Se o presente presenteasse, se o destino destinasse, a gente bateria copos, jogaria sinuca e esperaria a noite chegar.
Por isso eu vou na casa dela aí/ Falar do meu amor pra ela, vai/ Tá me esperando na janela aí, aí/ Não sei se vou me segurar (Gilberto Gil)
“...O Sol nas bancas de revista me enche de alegria e preguiça. Quem lê tanta notícia...”; Trecho de “Alegria, Alegria”, de Caetano Veloso
Em 28/2/1928, uma terça-feira, às seis e quinze da manhã, nasceu o homem da minha vida. Divido com vocês a carta que escrevi pra ele em 28/2/2026
Naquela molecagem, praticada na mais íntima das arenas, o desafio era manter o anonimato
A despedida de uma Velha Senhora virou manchete de jornal
Como em tantos momentos de incerteza, entrar no boteco foi a melhor escolha
Uma tempestade de jacas desabou no centro de São Paulo
Na semana em que meu primeiro roteiro virou filme na Globo, publico novamente a crônica que inspirou a história exibida em Tela Quente
Como serão as contas de quem controla as contas do Brasil?